quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Paraná Junior

    Nos dias 4, 5 e 6 de novembro ocorreu em Londrina mais um sucesso dos eventos organizados pelo MEJ – “Paraná Junior” – onde esteve presente empresas juniores tanto do Paraná quanto de outros estados. A PSIQUE Consultoria parabeniza as EJs: 3E-UEL, Business Consultoria, ECAE-UEL, Elo Consultoria e TCP -  eng. Civil pelo empenho e dedicação que tiveram ao longo da organização do evento.
    O Paraná Junior teve como tema central “Compre A Ideia!”, cujo objetivo foi mostrar aos congressistas a sua importância nas EJs, bem como incentivar membros a vestirem a camisa e comprarem a ideia do movimento empresa Junior.
   Nos três dias foram abordados assuntos a respeito do cliente interno e a sua importância nas empresas, com base em três pilares: Marketing Interno; Gestão estratégica de pessoas e Estratégias organizacionais. Para tanto, houve duas palestras Magnas, a primeira ministrada por Rogério Chér (co-fundador da Empresa Junior no Brasil) e a segunda por Mauro Freitas (gerente de projetos na Great Place to Work). Além disso, houve apresentação de cases, mini-cursos, workshops que atingiram o objetivo do evento: de agregar conhecimento as nossas vidas.


PSIQUE Consultoria e Projetos em Psicologia

domingo, 30 de outubro de 2011

Os pioneiros do Movimento Empresa Junior

Esta reportagem foi publicada no dia 24 de outubro de 2011, no site do jornal Estadão e diz respeito ao início do Movimento Empresa Júnior e como fazer parte disso auxiliou profissionais a atingirem sucesso em suas carreiras. Este Movimento teve início na década de 90 e vem crescendo e se fortificando cada dia mais, com o ingresso e a consolidação das Empresas Juniores no mercado de trabalho.
A Empresa Junior é entendida como uma ótima oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional para o indivíduo, pois possibilita que este entre em contato com o meio empresarial antes mesmo de ingressar no mercado de trabalho. As competências desenvolvidas por aqueles que se propõem a participar deste Movimento são importantes para a sua atuação depois de formados e valorizadas pelas grandes empresas e empregadores.
Segue abaixo o link com a reportagem completa

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"Desenvolvimento pessoal e organizacional através do COACHING" na XII Semana de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá


Na última semana (dias 05, 06 e 07 de outubro) aconteceu a XII Semana de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá, e a PSIQUE Consultoria participou com a apresentação de um painel intitulado “Desenvolvimento pessoal e organizacional através do COACHING”.
O evento teve como tema central “O pensamento coletivo como força criadora” e proporcionou aos estudantes e palestrantes oportunidades de (re)pensar a trajetória da psicologia, dificuldades e possibilidades da profissão, além de troca de experiências e conhecimento.
Pensando no tema central como evocador de trabalhos em grupo para o desenvolvimento conjunto, a participação da PSIQUE Consultoria teve como objetivo a divulgação de um dos trabalhos realizados pela empresa, o coaching de um empresário proprietário de uma gráfica de Maringá. Esse serviço, realizado pela empresa, consiste em um planejamento estratégico pessoal que ajuda no desenvolvimento do cliente através de delimitação de objetivos, metas e prazos, visando a melhora no desempenho tanto em termos pessoais como profissionais.
O painel também visou um momento para os estudantes da área conhecerem mais sobre a empresa júnior de psicologia e conversarem com um dos membros que estava como apresentadora do painel, a vice-presidente Natália Silveira Kawatoko.

Natália Silveira Kawatoko, vice-presidente, e Jaqueline Cristine Bordin, presidente da PSIQUE Consultoria e Projetos em Psicologia – Empresa Júnior.

PSIQUE Consultoria no Maringá Júnior!

No dia 01 de outubro aconteceu o encontro regional “Maringá Júnior” no Centro Universitário de Maringá, que reuniu as empresas juniores da cidade além da participação de outras empresas da região. A PSIQUE Consultoria estava presente com duas integrantes na comissão organizadora do evento, com a Diretora de Desenvolvimento Humano e Organizacional, Priscila Bonato Galhardo, como mediadora de uma roda de discussão, e vários outros integrantes que participaram da programação no dia.
O tema central do evento “Faça você mesmo!” convidou os participantes e palestrantes a exercerem a sua potência criadora e de desenvolvimento, pensando em temas como sustentabilidade, desenvolvimento pessoal, marketing pessoal, responsabilidade social, entre vários outros assuntos que foram abordados em mini-cursos, cases e rodas de discussão.
Em um dos momentos mais marcantes do evento, a palestra magna de Jussier Ramalho “Você é a sua melhor marca!”, os congressistas foram convocados a pensar em como podem ser bem sucedidos a partir de um bom marketing pessoal. Com a fórmula: “Talento+Paixão+Determinação=SUCESSO” o palestrante demonstrou, a partir de sua história de vida, como conseguiu atingir seus objetivos e ser o 9º palestrante mais requisitado no Brasil. A fala de Jussier Ramalho trouxe em pauta a importância de valores que devem ser seguidos para se chegar a um objetivo. Valores estes como os que a PSIQUE Consultoria preza: engajamento, pró-atividade, flexibilidade, determinação e excelência, demonstrando a preocupação da empresa de sempre exercer o melhor trabalho.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Práticas de Gestão de Pessoas Perderam o FOCO

Para presidente da DBM, é preciso perguntar às pessoas o que elas querem, almejam, sonham ou planejam para conseguir um engajamento verdadeiro.

Por Armando Levy



Cláudio Garcia, Presidente da DBM para a América Latina, uma das mais importantes consultorias de Recursos Humanos do mundo, acredita que as práticas de gestão de pessoas em muitas organizações seguem orientadas por contextos que não existem mais ou deixaram de fazer sentido: “De nosso ponto de vista, as empresas precisam considerar agora três temas fundamentais: a maturidade da força de trabalho, seu engajamento e a cultura da organização. Existe uma forte interconexão entre esses aspectos que reforçam sua importância no que diz respeito aos novos modelos de gestão de pessoas.” A importância  da maturidade da força de trabalho diz respeito ao avanço dos ambientes tácitos nas organizações. Para Garcia, tudo o que era passível de automatização já foi ou está sendo automatizado, de modo que, hoje, as equipes de trabalho precisam lidar mais e mais com tarefas que demandam experiência, conhecimento e atitude, ampliando a importância das equipes. “Maturidade não está, necessariamente, ligada à idade, mas, sim, a competências emocionais e comportamentais, capacidade de interagir com pessoas diferentes visando a tomada de decisões complexas em uma reunião, bem como a própria capacidade de liderar pessoas”, ressalta.

Engajamento – Garcia explica que, na questão do engajamento, independentemente da idade do colaborador, seja um jovem da Geração Y ou um veterano, todo indivíduo tem uma busca sua, pessoal e única. As pessoas têm ambições, objetivos de vida, que quase nunca se discutem. “O que verificamos é que a tentativa de conciliar os interesses pessoais com os interesses das empresas, que poderia levar a um maior engajamento por parte dos empregados, praticamente não existe. Não se pergunta às pessoas o que elas querem, almejam, sonham ou planejam. O engajamento verdadeiro não se conquista apenas com pesquisas de clima organizacional, mas sim ir mais fundo, ou seja, procurar saber os objetivos pessoais de cada empregado e avaliar se aquela busca pessoal pode ser associada ao momento que vive a organização. Se isto for possível, aí sim temos como alcançar um engajamento profundo entre o colaborador e a empresa”, evidencia. Para o Presidente da DBM, o outro fator a ser considerado quando se pensa na definição de um novo modelo de gestão de pessoas é algo bastante antigo, mas ainda pouco compreendido, ou seja, a cultura da organização. De modo geral, ele ressalta, há uma baixa compreensão da cultura da empresa e se acredita, erroneamente, que é possível mudá-la, por exemplo, do dia para a noite, por meio de ações paliativas. “Toda empresa tem sua cultura e isto é algo que leva anos para se formar. Da mesma forma que não construímos uma cultura do dia para a noite, mudá-la também é impossível em igual período. Se você perguntar aos executivos, mais de 90% não saberão dizer, exatamente, qual é a sua própria personalidade. O mesmo ocorre com as culturas, que são as personalidades das empresas. Existe muito trabalho para definir a cultura desejada de uma empresa, como valores, missão, visão. Mas acredita-se que estamos partindo do zero quando, na verdade, há uma cultura estabelecida que precisa ser levada em consideração e que vai reagir às mudanças, viabilizando-as ou até inviabilizando-as”, assinala Garcia. Para o Presidente da DBM, os novos modelos de gestão de pessoas, ainda muito focados em incentivos como remuneração e premiação, trarão cada vez menos resultados às organizações, que precisam compreender a maior complexidade do cenário organizacional. “Chegamos a uma situação onde muitas empresas acreditam que as mudanças podem se dar pura e simplesmente pela gestão do clima organizacional que, na maioria das vezes, não funciona. Quando focamos ações apenas orientadas para o clima, dizemos aqui que é como tentar mudar o humor de um indivíduo. No entanto, para mudar efetivamente a organização é preciso compreender o que ela é de fato e como motivar as pessoas rumo à mudança. Festas, presentes, cafés da manhã e outras atividades semelhantes, quando não mexem com a essência da organização, nada vão mudar”, conclui.


Publicado em “Gestão em Recursos Humanos e Sustentabilidade” da ABTD/PR – Associação Brasileira e Treinamento e Desenvolvimento do Paraná.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Um pouco sobre a Psicologia Organizacional e do Trabalho

   A Psicologia Organizacional e do Trabalho vem ganhando espaço na sociedade atual, pouco à pouco vem se percebendo a importância do assunto no desenvolvimento da organização e do individuo em que nela está inserido. O homem não é mais visto apenas como um recurso de produção, mas sim, como a maior riqueza da organização. O foco está agora nas pessoas, suas particularidades e seus limites.
   Frente a esse contexto, a PSIQUE entrevistou o prof. Fábio Lopes do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), para que algumas questões sobre o assunto fossem esclarecidas, proporcionando um maior conhecimento sobre este tema que está sendo tão debatido atualmente.



O que é a Psicologia Organizacional e do Trabalho?

Fábio Lopes: São áreas de atuação do profissional de Psicologia, orientadas pelos fundamentos e conhecimentos da ciência psicológica e aplicados à realidade organizacional e às relações de trabalho.

Como pode ser entendida a relação entre Psicologia e as Organizações?
    Fábio Lopes: Como todo fenômeno social e institucional, as Organizações são compostas por relações humanas em interação com o ambiente organizacional. Esta composição configura o terreno de atuação por excelência da Psicologia, pois se trata da relação dos homens entre si e com o meio em que vivem. Esta relação produz e é produzida por fenômenos psicológicos de competência do profissional Psicólogo.

Qual é o papel do psicólogo organizacional?
   Fábio Lopes: De maneira geral e simplificada, em todo tipo de atuação, o papel do Psicólogo é o de promover melhora das relações humanas e da qualidade de vida em geral. Nas organizações, se dá o mesmo; com o diferencial acrescido de que o Psicólogo Organizacional e do Trabalho tem ainda que compreender e atuar em nível institucional, ou seja, deve lidar com questões também sociais, em interação com o ambiente local.  

Como a Psicologia Organizacional e do Trabalho pode atuar no mundo contemporâneo?
   Fábio Lopes: A Psicologia pode auxiliar a compreender melhor a relação entre as transformações do mundo do trabalho e a gestão das organizações. Os fenômenos sociais, institucionais e psicológicos que advêm das relações de trabalho tem sido objeto de estudos da Psicologia há mais de cem anos; este cenário confere à Psicologia Organizacional e do Trabalho alto grau de aplicabilidade e de relevância às organizações contemporâneas.

Quais são os possíveis serviços que se pode esperar de um psicólogo do trabalho?
    Fábio Lopes: Atualmente, são muitas as sub-áreas de atuação do Psicólogo do Trabalho. De maneira geral, podemos dividi-las em Cultura e Desenvolvimento Organizacional, Administração e Gestão de Pessoal, Qualificação e Desenvolvimento, Comportamento Organizacional, Condições e Higiene do Trabalho e Saúde do Trabalhador. Cada uma dessas grandes áreas pode ainda ser dividida em diversas frentes de trabalho. 

O quanto e em que aspectos uma empresa pode crescer com a ajuda de uma consultoria?
Fábio Lopes: Os benefícios a uma empresa ou organização de um trabalho de consultoria em Psicologia são inúmeros. Desde aqueles relacionados à natureza dos negócios, no que respeita aos ganhos de eficiência e produtividade, até a melhora das relações interpessoais e das condições de trabalho. Uma consultoria em Psicologia do Trabalho permite às empresas um diagnóstico acerca das relações humanas e enseja melhorias no planejamento e na organização da realidade do trabalho.




A PSIQUE agradece ao prof. Fabio Lopes por sua disposição e colaboração!

domingo, 28 de agosto de 2011

A Importância Da Motivação Para O Sucesso Das Equipes No Contexto Organizacional

          Desde o início do século passado, as organizações vêm exigindo um novo estereótipo de trabalhador. Esse novo homem não somente se debate com a difícil arte de viver bem, mas se depara também com a necessidade de acompanhar os constantes avanços tecnológicos, além de enfrentar o desafio de estar sempre a par de uma imensa carga de informações. Ser um bom profissional (no sentido tradicional de eficiência, disciplina, etc.) já não é suficiente para se manter um emprego, é preciso algo mais, o que inclui a própria capacidade de renovar o seu conhecimento. Por isso, e pela necessidade de se mostrar disposto, satisfeito, e em constante inovação para o bom desempenho do trabalho, é necessário estar sempre motivado, pois toda pessoa motivada, se caracteriza por algo mais, impulsionando o desejo de fazer o melhor, inovar, criar novas condições e conduzir os imprevistos com tranqüilidade, e acima de tudo, com criatividade.
O processo que envolve a Motivação Organizacional é um processo cíclico, continuado e que sempre funciona em direção a um determinado propósito da organização, que é integrado aos demais processos da empresa, funcionando, desta forma, como um catalisador à consecução de metas. A motivação pode ser definida como um estado interior que induz uma pessoa a assumir determinados tipos de comportamentos e refere-se ao desejo de alcançar algum objetivo, resulta dos desejos, necessidades e vontades de cada indivíduo. Por isso é necessário que os colaboradores estejam sempre estimulados a crescer, a alcançar metas junto à organização, executando assim, um melhor trabalho e relacionamento atingindo os objetivos da melhor maneira possível.