quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Jovem no mercado de trabalho


Percebe-se que a juventude de hoje não tem os mesmos anseios e objetivos que as gerações passadas. Quando o assunto é mercado de trabalho não é diferente. A situação econômica e a expansão do mercado favorece o anseio dessa geração Y, geração esta que já nasceram em um mundo em transformação: a de uma grande rede global.
Internet, e-mails, redes de relacionamento, recursos digitais, fizeram com que a geração Y tivesse milhares de contatos ao redor do mundo, sem ao menos terem saído da frente de seus computadores. A mobilidade nas comunicações é uma das características associada a Geração Y, não esquecendo da obtenção de informações instantâneas.
Essa definição de Geração Y foi criada pelo Advertising Age - uma revista de publicidade e propaganda Norte Americana, que definiu, em 1993, os hábitos de consumo dos adolescentes da época. Como eram filhos dos integrantes da Geração X, se pensou óbvio, que esta nova geração fosse chamada pela próxima letra do Alfabeto, porém esses jovens, em questão, não são fiéis as marcas e rótulos. São mais que isso, eles buscam inovação!
Sendo assim, os jovens de hoje que conquistam uma posição no mercado de trabalho esperam muito mais além do salário, se questiona se deve buscar somente a realizações financeira ou pessoal também. A sua qualificação profissional é a identidade deles perante família e amigos. O maior desafio para eles é conseguir o reconhecimento de seu trabalho. E vive entre todas essas expectativas, dúvidas e responsabilidade.
Ao se pensar nos conflitos das diferentes gerações no contexto profissional, volta-se às características peculiares de cada geração. A denominada Geração X é caracterizada por possuir certas resistências ao novo, a insegurança em perder o emprego por jovens que possuem mais energia. Diante disso, pode-se ver a diferença de perfis comportamentais quanto a Geração X e Y. Enquanto a primeira busca a tranquilidade, a estabilidade e o equilíbrio; a segunda procura o movimento, a inovação. Por fim, tem-se a Z, que apresenta um perfil mais imediatista, isto é, não são pessoas que têm paciência com os mais velhos, principalmente no que tange aos recursos da informática. Característica esta, que poderá prejudicar no mercado de trabalho ao se exigir um trabalho em equipe.
E como evitar um conflito entre as gerações?  Uma empresa do futuro será aquela capaz de conciliar as diferentes gerações em um mesmo ambiente de trabalho, isto é, obtendo o melhor de cada profissional e, principalmente, equilibrando os potenciais de cada um para o bem estar coletivo. 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Reportagem do O Diário sobre empresas Juniores: EMPRESA JÚNIOR É ESCOLA PARA A VIDA PROFISSIONAL





 A ideia de empresa júnior é aproximar o acadêmico do mercado onde ele atuará. Os universitários assumem a responsabilidade de consultores e prestadores de serviço enquanto estudam.
Quando se formam, outros assumem as funções deles. Um diferencial para os futuros profissionais é poder contar com a orientação de professores mentores, que auxiliam na solução de problemas e nas dúvidas que surgem na prestação de serviços.
Na Universidade Estadual de Maringá (UEM), há onze empresas do gênero. Outras estão em fase de formalização. Uma delas é a Dinâmica, formada pelos alunos do curso de Engenharia de Produção.
O projeto começou em 2004 e acumula diversos prêmios. Um dos mais importantes é o de ter se tornado uma das vinte melhores do Brasil, ao lado da Adecon, também da UEM, dos cursos de Administração, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis. O ranking é estabelecido pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores, a Brasil Júnior.
A diretora de Marketing da Dinâmica, Tainah Lins Bezerra, está entre os alunos participantes do projeto desde 2010. Ela tem 22 anos e cursa o quarto ano de Engenharia de Produção.
"Quando o acadêmico participa de um projeto como este, ganha a oportunidade de desenvolver um crescimento que só teria em três, quatro anos de mercado. Você ganha experiência na carreira", diz.
“[...]” A chance de apreender a trabalhar de modo cooperativo também é considerada uma experiência positiva para Tainah.
"Nós ajudamos a implantar a Psique, que é a empresa do curso de Psicologia. Em contrapartida, eles nos auxiliam nos processos seletivos. Outras empresas juniores nos procuram, indicam nossos serviços e vice-versa", afirma.

Diferencial

A pró-reitora de Ensino da UEM, Ednéia Regina Rossi, destaca que alunos que tomam parte de projetos desta natureza saem da faculdade com grandes chances de se darem bem no mercado de trabalho.
"Os projetos estimulam habilidades que as empresas também valorizam, sobretudo a capacidade de inovar, empreender e promover mudanças. Até mesmo na avaliação formal dos cursos pelo Ministério da Educação, quando há uma empresa júnior vinculada, a receptividade é outra", ressalta.
Em relação às oportunidades futuras, os alunos que têm projetos como esse no currículo estão entre os que conseguem estágios no exterior, tem alto potencial de empregabilidade (por levarem consigo experiência prática) e também entre os que têm perfil empreendedor.
"O acadêmico aplica o conhecimento de sala na prática, mas não é só isso. Ele convive com pessoas diferentes, conhece outras realidades e isso tem muito a ver com a qualidade da formação", afirma a pró-reitora.


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

PSIQUE trocando experiências



              O JEWC (Conferencia Mundial de Empresário Juniores) ocorreu no últimos mês de Agosto entre os dias 6 e 10 na cidade de Paraty no estado do Rio de Janeiro. É claro que a PSIQUE Consultoria não poderia ficar de fora de um evento tão completo como este, estando presente a Nathalia Giovanna e Daniele Macetiko da Cruz.
            A Nathalia descreveu em suas palavras como foi o maior evento do planeta para os empresários juniores: “O JEWC 2012 foi um experiência incrível, desde a chegada a cidade até nossa despedida. A começar pela organização que, apesar de ter enfrentado um problema aqui, outro ali, a equipe organizadora se empenhou e solucionou todos eles, com extrema rapidez e competência. Não deve ser fácil montar um evento internacional para 2000 pessoas. Além disso, a organização em facebook e no evento para realização de benchmarking, pelos próprio participantes do evento, promovendo reunião entre EJ's e diretorias específicas foi genial. Deu para ter uma noção melhor do que é o movimento Empresa Júnior. Sem contar a possibilidade de aumento na rede de contatos e conhecimentos, tanto para a vida profissional quanto pessoal. Sem contar as festas e parceria das meninas que estiveram lá, representando a PSIQUE. Espero podermos contar com ainda mais membros nos próximos eventos!”
            Este foi o maior movimento de empreendedorismo universitário do mundo, presente em mais de 16 países, com, atualmente, mais de 2500 pessoas envolvidas na geração de negócios.
            Possui como missão formar empreendedores comprometidos e capazes de transformar o Brasil, pois sabe-se que é um país que contém mais de 170 empresas juniores e aproximadamente 5000 empresários juniores envolvidos nesse movimento internacional. Temos a honra de citar como patrocinadores do JEWC a AIESEC, Bayer, Itaú, Endeavor, entres outros.
            Essa foi a quinta edição do evento, sendo a segunda vez realizada no Brasil, com a presença de 2100 congressistas do mundo todo. Destes, 300 estrangeiros de 15 países diferentes, acarretando, assim, um maior conhecimento para todos os congressistas, possibilitando a troca de experiências entre eles, inspirando estes jovens a sonhar grande e a percorrer uma trajetória empreendedora, buscando causar um impacto positivo no Brasil e no mundo. 


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

QUAL A RELEVÂNCIA DE UMA ENTREVISTA DE DESLIGAMENTO PARA A EMPRESA?



               A entrevista de desligamento é aplicada em funcionários que estão saindo da empresa, seja porque foram desligados ou porque houve um pedido do desligamento. É uma forma de diagnosticar o que está, realmente, acontecendo dentro empresa e de obter informações sobre as relações entre os próprios empregados. Ela deve ter caráter esclarecedor, bem como também dar suporte ao ex-funcionário em caso de desligamento não voluntário.
                  O principal objetivo é o esclarecimento. Se o colaborador solicitou a saída da empresa, deve-se buscar o motivo. No entanto, se ele foi desligado deve-se esclarecer quais as razões que levaram ao fato. Diante da última situação, o entrevistador deve ter uma postura profissional e de empatia. Outro dado importante a ser coletado nesse processo organizacional é a imagem que o ex- colaborador tem da empresa, quais os pontos fracos, os pontos fortes e o que poderia ser melhorado na opinião dele 
                A entrevista deve ser encerrada de forma discreta e otimista o suficiente para manter a autoestima do colaborador sem gerar falsas esperanças. Caso a empresa possua algum tipo de programa auxílio, como realocação, reformulação do currículo, é nesse momento que os mesmos devem ser apresentados.
                   As informações coletadas na entrevista devem ser passadas para um formulário, após o término da entrevista. Elas são importantes para o desenvolvimento da empresa. Quando são estudadas e implantadas podem gerar melhoria nas relações de hierarquia, melhoria na qualidade de trabalho dentro da empresa, ganho de produtividade, inovação, melhor atendimento e melhoria nas relações entre colaboradores.
               Esse processo deve ser feito em um ambiente tranquilo e que não haja possíveis interrupções. Ainda, devemos destacar a importância da escolha do profissional que irá realizar a entrevista. O entrevistador deve ser uma pessoa imparcial em relação ao colaborador desligado, deve apresentar habilidade, competência, deve ser ético e, acima de tudo, deve passar confiança ao entrevistado a fim de que ele não se sinta constrangido ao passar as informações visando, assim, um melhor aproveitamento da entrevista. Por fim, diante do discutido, pode-se ver a importância de uma entrevista de desligamento feito por profissionais capacitados para tal. Fale com a PSIQUE Consultoria e projetos em psicologia – Empresa Júnior para sua entrevista de desligamento!


REFERÊNCIAS

terça-feira, 31 de julho de 2012

Segunda Gestão PSIQUE 2012


Para a PSIQUE o ano começou novamente, com uma nova gestão e energias carregadas. No dia vinte e três de julho tivemos nossa primeira Assembleia Geral da Segunda Gestão 2012 com todos os integrantes. Cada diretoria comentou sobre seu planejamento estratégico para começar mais uma etapa da PSIQUE.


Ainda, tivemos a visita da Rani Peixoto – ex membro da PSIQUE e atual Diretora de Desenvolvimento do NEJ – que contou um pouquinho sobre a atuação do NEJ, nos proporcionando ainda mais gás para iniciar os trabalhos. Além disso, fizemos ao final, uma confraternização com toda equipe para levantar o astral!
Portanto, toda equipe PSIQUE deseja um ótimo segundo semestre, que seja ainda mais produtivo que o primeiro!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

ENTENDENDO O FEEDBACK



        No contexto organizacional o reconhecimento do que se faz é um dos principais fatores que devem ser considerados para o equilíbrio da saúde mental de qualquer individuo. Atrelado à isso há o feedback, que tem o conceito focado na área de competência interpessoal aponta as qualidades e deficiências no trabalho e nas relações interpessoais, sugere mudanças no comportamento de um funcionário, esclarece pontos a serem trabalhados e aponta mudanças em atitudes inadequadas. O feedback auxilia um funcionário a alcançar metas, gerando um melhor desenvolvimento para a empresa.
        Dentro de uma empresa, o feedback não é facilmente desempenhado. Uma das dificuldades de sua execução é o receio de chatear o outro, principalmente quando há amizade. Devido a isso, o feedback não deve ter caráter avaliativo e deve ser feito por uma pessoa capacitada e de confiança. Ninguém gosta de receber críticas, o que é um obstáculo para um bom feedback. O trabalhador não está preparado para receber críticas e, quando isto acontece, contra ataca o comunicador ou nega o fracasso. Um feedback é considerado eficiente quando o receptor recebe a mensagem, compreende-a, aceita-a e realiza as mudanças discutidas no processo de feedback.
         O feedback deve ser feito sem preconceitos entre as pessoas e deve ter um objetivo claro. Não deve ser generalizado ou feito sem propósito como rotina da empresa. Todo feedback deve ter uma justificativa e deve ser compatível com as necessidades do comunicador e receptor.
       Um feedback bem executado (a) levanta questões relevantes que o receptor tenha possibilidade de aperfeiçoar (b) é esclarecedor e desejado pelo receptor (c) especifica consequências (d) é feito em momentos oportunos (e) nunca julga competências (f) reconhece o valor do receptor, sempre separando a pessoa e seu comportamento. Esta ferramenta ressalta qualidades e deficiências presentes no processo de execução do trabalho, bem como nas relações interpessoais envolvidas, otimizando, dessa forma, o desenvolvimento da empresa.
        Por fim, o feedback, deve ser iniciado pelos aspectos positivos e deve ressaltar as qualidades para não criar bloqueio ou aversão no receptor. É um processo que deve ser executado por pessoas capacitadas para ter um bom resultado. Devido a isso, a PSIQUE Consultoria e Projetos em Psicologia - Empresa Júnior disponibiliza esse produto e o executa de forma personalizada e buscando a excelência.

Texto Baseado em:

Moscovici, F. (1980). Desenvolvimento interpessoal. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.

Apostila da coordenadoria de Pesquisa e Desenvolvimento da PSIQUE Consultoria e Projetos em Psicologia – Empresa Júnior.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

DESVENDANDO O DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL


Atualmente, com a globalização e acirrada competição de mercado, as empresas precisam levar em consideração alguns fatores importantes, como os impactos da velocidade com o alto fluxo de informações dos avanços tecnológicos e modelos de gestão que poderiam prejudicar os funcionários em geral. Visando, então, o bem estar dos funcionários e o bom andamento da organização para uma melhor satisfação de todos, os gestores podem fazer uso de ferramentas, uma delas é o Diagnóstico Organizacional.
 Esta ferramenta irá verificar se existe ou não problemas que estão prejudicando os resultados da organização, ressaltando seus pontos fracos e fortes. Este diagnóstico consiste, muitas vezes, na primeira etapa de um processo de consultoria ou assistência técnica. Sendo assim, é recomendável que feito antes de uma mudança na organização, a fim de entender, primeiramente, a presente situação da empresa em questão.
O Diagnóstico Organizacional visa delimitar a situação atual da instituição e definir as intervenções que serão feitas em decorrência das mudanças desejadas e que no caso do serviço da PSIQUE Consultoria e Projetos em Psicologia – Empresa Junior, este é baseado na cultura e clima organizacional. Assim, a consultoria surge como mediador no processo de mudança, procurando sempre o melhor meio de realiza-lo, por isso, a PSIQUE Consultoria  realiza sempre um diagnóstico personalizado, entendendo o seu cliente como único.
Há vários tipos de diagnósticos, pois é possível enfatizar em diferentes aspectos da organização, como por exemplo, o empresarial, financeiro, de produção, vendas/marketing, entre outros. No entanto, frente a todos esses tipos de diagnóstico, por sermos uma Empresa Junior do curso de Psicologia, o foco são as pessoas e o nosso Diagnóstico Organizacional da consiste em uma pesquisa geral da organização e mais delimitando seus pontos fracos e fortes, porém trabalhando especialmente com as relações e variáveis relacionadas a gestão dos funcionários que potencialmente podem ser mais desenvolvidos.
Portanto, o Diagnóstico Organizacional vem justamente como um processo que tem como objetivo de investigar e analisar a real situação da organização, e suas possíveis mudanças de acordo com cada empresa, de forma personalizada e individual realizada pela PSIQUE Consultoria e Projetos em Psicologia – Empresa Junior.